É preciso não esquecer que existe uma vida lá fora. Que um blog, o facebook, o telemóvel ou o email não substituem um sermão bem dado, um olhos nos olhos, um beijo na boca, um estalo na cara, uma conversa em tempo real, um enxugar de lágrimas, o som de uma gargalhada ou uma festa no cabelo. Que uma foto pode imortalizar mas não substituir um sorriso, uma viagem, um bom momento passado com amigos ou a sensação do vento e do sol a queimar a pele. Que, mesmo sem fotos para mostrar, os maus momentos também serão sempre reais e os melhores são muitas vezes os menos planeados. Felizmente.
Por mais que se (não) mostre ou diga, todos somos sempre um pouco - ou muito, conforme os casos - mais do que um mundo virtual e todos temos um coração que, mais além de músculo, é feito de sentimentos, pelo que é importante não julgar, não assumir e sobretudo não presumir.
É preciso não esquecer.
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